sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Poemas e Poesias


Salvo
Val Albino

Como se eu tivesse voado
Nas assas de um anjo
E porque não despencado
Num precipício sem fim.
Meu coração sangrou
Por nunca ter visto algo tão sublime
E a mente não quis acreditar
Que você esteve aqui a me olhar
Você me fez sonhar
Enxergar mesmo com os olhos vendados
Ouvir, mesmo quando o silêncio
Mostrasse imponente.
Gritar mesmo sem ninguém me ouvir
Me estendeu a mão
Quando meus dedos fraquejavam
Pela meu peso.
Me resgatando do simples pesadelo
De ninguém soprar um novo ânimo de vida em mim
Agora posso ver
Que mergulhar é o mínimo que posso fazer
Minha respiração agora se tornou você
Entregue a suas mão eu estou
Você presenciou
Que chorei pedras valiosas demais
Pedras que ninguém verteria jamais
Se não fosse pelo verdadeiro amor.

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